Em dezembro de 2015 a lendária Revista Playboy deixou de ser produzida no formato impresso no Brasil, sendo a edição do mês a última. Sabemos bem que a internet tem causado uma grande revolução no mercado de erotismo e pornô, com sites como x-videos por exemplo, fica muito difícil produtoras oferecerem conteúdo inédito e que não seja compartilhado por usuários neste site, mantendo a rentabilidade. Com revistas masculinas não tem sido diferente.

Quem é apreciador(a) da beleza que habita no corpo feminino sabe que a Playboy é mais do que uma revista erótica (e não pornô), ela sempre trouxe reportagens e matérias muito interessantes e por vezes disruptivas para o público masculino, assim como entrevistas. Ler a Playboy era se oportunizar acrescentar algo como homem intelectualmente falando. A única coisa que lamento é que as imagens publicadas pela Playboy sempre receberam tratamento de lente, filtro ou edição eletrônica e até mesmo as modelos passavam por um trato de maquiagem para esconder as “imperfeições” do corpo como estrias e celulites. Convenhamos, o corpo feminino é lindo e perfeito pelo conjunto que compõe, e isso inclui as “imperfeições”. Gosto de contemplar o corpo feminino com os seus pelinhos, marcas, estrias e celulites, pois é isso que dá toda a veracidade a tal beleza. Cara é simplesmente apaixonante, é uma perfeita obra de arte da natureza, algo belo e não um objeto.

Deste modo decidi publicar neste post algumas edições que marcaram (a mim pelo menos), e nos comentários vamos aceitar sugestões de ensaios que serão buscados para publicação, assim teremos um conteúdo atualizado com regularidade neste artigo.

Como este é um blog democrático e que possui como um dos seus princípios a equidade, se as leitoras desejarem um post com ensaios de nudez masculina, poderei pedir para a Bella cuidar de tal seleção. O que acham? Assim teremos esta postagem para quem aprecia o corpo feminino e outra para quem aprecia o masculino.

Então é isso, vamos aos ensaios. Playboy vai deixar saudade no suporte impresso.

Mel Lisboa (2004).

Mel Lisboa habitou a mente masculina ao fazer sucesso na série “Presença de Anita”, que foi exibida na Rede Globo. Então segue o ensaio:

 

Joana Prado – A Feiticeira (1999).

Joana realmente enfeitiçava. Ela era atração de palco para animação de público com a personagem “Feiticeira” em um programa de TV e logo ganhou as páginas da revista e as mentes de garotinhos naquela época. Eu que o diga. Segue o ensaio:

 

Suzana Alves (1999).

Assim como a Feiticeira, a Tiazinha era outra personagem de palco de programas de TV aberta no Brasil. Fez muito sucesso no final da década de 90. Transpirei só de recordar:

Acauã Pyatã

Na maior parte do tempo: publicitário e blogueiro, nas raras horas vagas um tremendo vadio de skate e desocupado no Insta. Insurgente, divergente e procrastinador. O tipinho de cara que escolheu morrer de pé ao ter que (sobre)viver de joelhos, alguém que escolheu ser a navalha ao invés da carne, um homem que absolutamente não é obrigado a nada, entendeu? N-A-D-A. Um maldito índio moderno em uma arcaica selva de pedra que um dia haverá de cair. Mas não agora, não mesmo.

Fale com ele pelo e-mail: diego@derepente.blog.br