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Este conto possui lugares, nomes e características que são ficcionais, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

Aqui no Stellio e Cidade Nova a vida de adolescente sempre corre com dias iguais, coisas novas sempre custam acontecer e quando rolam geralmente não são interessantes, excerto o que rolou naquela primeira metade dos anos 2000. Jessika era uma loirinha que trabalhava com a tia vendendo guaraná da amazônia perto do final da linha do Cidade Nova 8, sempre passava por lá e tinha o maior tesão naquela menina. Eu, um novinho e sem tanta experiência sexual assim, não pelo menos tanta quanto eu contava que tinha nas rodas de amigos (coisa de garoto), passava e olhava pra ela que tinha a minha idade e imaginava minhas mãos correndo aqueles seios pontudos e duros.

Jessika era conhecida por ser uma garota a frente da sua idade por ter se entregue aos prazeres da carne muito nova e ter tido para si alguns garotos que eu conhecia dali da área, contudo ela é tão gata que embora me imagine em pensamentos de adolescente molhados a pegando, não acreditava que aquilo pudesse acontecer. Todos os dias depois do colégio passava por lá, ia e voltava andando para a aula, guardando o dinheiro do ônibus só para ter um troco para parar lá, comprar a porra do guaraná e puxar conversa. As conversas eram inocentes e de assuntos corriqueiros para a nossa idade e sempre que ela virava para atender alguém, eu comia ela discretamente com os olhos e em pensamento, tendo que disfarçar o volume que surgia na minha calça. Um belo dia ela percebeu e daí por diante notei que ela sempre conversava comigo olhando nos olhos e com um ar safado. Impressão minha quem sabe.

Um belo dia de semana à noite, zanzando depois da aula como quem não quer nada, passei pela WE onde ela morava com a tia, parei na frente da casa e chamei, ela apareceu na porta com um shortinho colado e uma blusinha mínima, o suficiente para cobrir os seios, mas bem folgada e de abotoar, falou comigo rápido e disse “Jorginho, volta aqui depois que eu to ocupada, em meia hora, mas vem mesmo e traga biscoito”. A simples visão dela daquela maneira e com aquela cara de safada com que sempre me olhava fez com batesse nas alturas (hauahaua), fui andar para dar um tempo e como sempre rápido, fui no mercadinho EVA comprar o biscoito, dei uma segurada e voltei até a casa dela.

Realizando o ritual de chamar no portão novamente, ela veio com um short mais curto ainda, com aquela blusinha folgada branca e visivelmente sem sutiã. Na minha mente eu já estava imaginando as trocentas coisas que gostaria de fazer com ela e o tesão estava forte. Ela ficou no portão conversando um pouco e comendo o biscoito, até que deixou o pacote do lado de dentro do portão, olhou para um lado e para outro e me puxando pelo braço, lascou um beijo. De maneira instintiva agarrei ela pela cintura e pescoço puxando para colar ela em mim, fazendo sentir o meu cacete que estava para explodir encostando nela. Ela se esfregou um pouco até que me afastou e disse: “Para garoto, algum vizinho pode ver e falar para minha tia. Ela saiu, mas alguém pode ver, mas acho que ela não vem agora. Entra aqui.”

Fomos para a sala da casa dela e dessa vez quem foi me puxando e pegando com vontade foi ela de novo, encostava em mim e movimentava a cintura na intenção clara daquele amasso e esfrega maneiro. Era a primeira vez que aquilo estava rolando comigo e tudo tão bom que eu continuei meio que sem saber o que fazer, até que ela pegou uma das minhas mãos e levou aos seios por de baixo da blusa. Confesso, estava estático tocando aquele que foi o seio mais lindo que já tinha visto na minha vida durante muitos anos. Comecei a passear a mão pela bunda dela até que decidi avançar com a mão por de baixo do short até a área em que eu sonhava entrar todo santo dia. Senti aquele pelo bem rasteiro e fino, carne volumoso, úmida, quente e apertada. Tem gente que coloca os pés no paraíso, eu tinha colocado as mãos.

Tudo isso rolando e nós dois sempre com olho no olho, ela com aquela cara de safada de quem ia me comer e foi bem isso. Me empurrou no sofá e disse: “deixa eu por o teu pau para fora”. Começou a puxar a minha calça e cueca, tudo muito rápido. Ela se ajoelhou e se colocou entre as minhas pernas, e sempre me olhando nos olhos, com aqueles cabelos loirinhos e olhos castanhos com cara de ninfeta, ficou movimentando a mão na extensão da minha pica, até que decidiu brincar com a língua e posteriormente cair com a boca envolvendo naquele que seria o meu primeiro boquete.

“Jorge você trouxe camisinha?” ela perguntou e incrédula me ouviu dizer que não. De fato, eu era muito tapado, quem sabe até hoje seja, e mesmo com protesto e reclamando de que eu deveria sempre andar com camisinha, ela continuou massageando o meu pau com a boca, em um movimento lento de vem e vai com sucção e pressão na medida certa, com aquela respiração funda que me deixa louco. Sentia aquela boca molhada subindo e descendo com a língua envolvendo e girando pela cabeça. Nem percebi já estava segurando ela pelo cabelo e guinando o movimento da cabeça. De repente, ela para e diz: “você ainda não vai gozar, não é?” e eu obviamente disse que não. “Jorge eu vou sentar, mas preciso que tu me diga quando estiver pra gozar pra mim sair de cima tá bom?”.

Ela desligou a luz da sala, parou na minha frente e começou a tirar a roupa, aquele corpo contrastando com a meia luz proporcionada pela iluminação dos postes na rua era perfeito. Cintura, seios, bunda, pernas e todo o resto e eu ali sem saber se acreditava ou o que fazer. Ela montou em mim e segurou firme e guiou até os portões de Valhalla, foi sentando lentamente, enquanto rebolava fazendo o movimento para cima e para baixo até que eu estivesse todo dentro dela. Cada movimento que fazia disparava um leve gemido, com palavras sussurradas como “ai Jorginho…”, “nossa que gostoso…”, “ai caralho…”. Eu estava cada vez mais ensandecido com as mãos naquela bunda guiando e ajudando no movimento que ela fazia, esfregando os seios na minha cara e parando eles na minha boca sempre que subia, alternando leveza e lentidão, mais rápido e forte. Estava claro que ela sabia que eu era inexperiente e que ela estava só me usando para ter uma foda.

Enquanto ela fodia no meu pau, eu notei que a janela estava meio aberta e do outro lado da rua, tinha uma casa de dois andares com um cara espiando. A luz do poste dava bem na direção do sofá em que nós estávamos e com certeza ele conseguia ver tudo o que estava rolando, por isso ele estava lá claro. Ela me notou olhando para a janela e virou a cabeça para entender o motivo, se levantou e foi até lá, olhou e com certeza percebeu o cara, voltou sem fechar a janela e me disse: “bora tentar fazer pelo outro lado”. De frente para a janela tentou direcionar para o tão valorizado cuzinho. Sentou um pouco, fez movimentos para cima e para baixo, tremia um pouco, gemia até que disse: “égua eu não consigo, dói muito. Eu já tentei uma vez aqui na cozinha de casa mas doeu muito e eu pedi pra parar”. Voltamos para os portões de Valhalla e comecei a notar que ela tinha virado de frente para a janela, para foder olhando para o cara enquanto observava ela naquela situação. Ela estava curiosamente mais empenhada na foda, encostando a costa no meu peito e em movimentos e posições que eram claramente exibicionistas. Confesso que imaginar que ela estava fodendo se exibindo para outro e ao mesmo tempo que me deixou tímido, me causou mais tesão.

Ela transpirava e gemina, agarrava minhas mão com força e as fazia passear pelos seios e pela buça dela. A transa só foi interrompida por um barulho no portão. “Caramba a minha tia te veste!”, ela pulou de cima do meu pau se vestindo e eu de susto e com a pica desligando quase que automaticamente, catando minha cueca e bermuda no chão me vestindo. “Fica ai sentado, finge que a gente tava só conversando”.

Esperamos e nada, ela saiu para ver o que foi e ninguém. Ela concluiu que tinha sido o gato que a tia dela criava. Olhou para o relógio e percebeu que aquilo era um aviso pois a tia dela estava para chegar e pediu para que eu fosse embora. Ofegante, com tesão e vontade de continuar, decidi sair. Antes dela abrir o portão me deu um beijo e disse: “foi gostoso, tchal”. Sai dali e fui para casa pensando que aquela definitivamente tinha sido a minha primeira transa valendo de verdade e que eu não tinha feito absolutamente porra nenhuma. Dois anos de punheta e de espera nas noites de sábado para que às 1 hora da manhã pudesse ver vídeo aulas no primeiro grande xvideos dos anos 90: Cine Band Prive, para no final não fazer nada e ser comido pela menina.

Mas essa história não acaba aqui, continua em um próximo post.

Acauã Pyatã
Na maior parte do tempo: publicitário e blogueiro, nas raras horas vagas um tremendo vadio de skate e desocupado no Insta. Insurgente, divergente e procrastinador. O tipinho de cara que escolheu morrer de pé ao ter que (sobre)viver de joelhos, alguém que escolheu ser a navalha ao invés da carne, um homem que absolutamente não é obrigado a nada, entendeu? N-A-D-A. Um maldito índio moderno em uma arcaica selva de pedra que um dia haverá de cair. Mas não agora, não mesmo. Fale com ele pelo e-mail: diego@derepente.blog.br