Este conteúdo é (ou não) puramente ficcional, de modo que qualquer semelhança com lugares, situações, pessoas e nomes citados devem ser considerados como uma mera coincidência.

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Era mais um domingo daqueles em que o calor estava de pelar a pele, como sempre é em Belém. A galera reunida na casa do João Lucas pra farrear e fazer aquele churrasco de domingão ao som de muito reggae, pagode e forró. Naquele dia algo seria muito diferente das outras vezes. Estava sentado quando de repente o JL me deu a letra de que a prima gostosa dele, que tinha acabado de ficar solteira, vinha pra farrinha e estava querendo dar a forra em cima do namorado que ela desconfiava que tinha outra.

De repente me ocorreu que aquela poderia ser uma boa oportunidade, já que eu sempre tive um puto tesão naquela ruiva e confesso que só de ver ela o meu pau latejava dentro da calça. Quando ela chegou, não pude deixar de notar aquela tatuagem meio para fora na barriga, meio para dentro de um short jeans bem curto e justo, uma cinturinha de violão em um corpo de garota fortinha, mas com tudo muito bem distribuído. Era extremamente gostosa.

Naquele dia conversamos um pouco, bebemos, brincamos de virar shots de bebida e quando a barca estava no alto e no meio da noite, resolvemos apagar as luzes da casa e brincar de “gato mia”, uma brincadeira em que um penante deve andar pela casa com os olhos vendados, apalpando as pessoas e ao tocar nelas, a criatura tem que miar que nem um gato e se o penante adivinhar quem é, este vira a nova mãe na brincadeira.

Depois de um tempo de brincadeira, todos os garotos e garotas da farrinha já estavam meio perdidos no escuro, onde se ouvia muito estalo de bocas e leves gemidos de pegadas fortes. Naquela altura do campeonato eu estava começando a ficar tão porre que nem sabia quem era a mãe. Para aliviar a pressão da cachaça, fui para a área da piscina onde tinha rolado o churrasco mais cedo, me encostei no muro e reclinei a cabeça para trás, uns dois minutos depois a prima do JL começou a apalpar meu ombro e peito dizendo “gato… mia”. Disse “mial” ué, então ela disse o meu nome, tirou a venda dos olhos e encostou o corpo em mim, estava de biquini em cima e o short jeans, senti os seios firmes e então ela disse no meu ouvido: “Tá todo mundo lá dentro, acho que estão fodendo e a gente perdendo tempo”. Não preciso dizer que o meu pau quase fura as calças não é?

mirrors-sex-221111_4A segurei com uma mão firme pela cintura, com a outra peguei pelo pescoço e um instinto masculino meio embriagado e a beijei com vontade, enquanto sentia aquela mão deslizar pelo peito, abdomen, levantando a minha camisa, descendo com as unhas arranhando levemente a minha pele até encontrar a minha pica tesa dentro da minha bermuda. Ela segurava com tanta força, movimentando em formato de espiral, que não aguentei, virei ela de costa, puxei o cabelo fazendo com que encostasse a cabeça no meu ombro embora fosse um pouco mais alta, empinasse aquele bumbum delicioso esfregando no meu pau enquanto levantei o biquini e senti nas mãos aqueles seios não tão grandes nem tão pequenos, mas na medida exata que cabem na mão e na boca da gente.  Deslizei as mãos para dentro o short da guria e percebi que ela estava sem a peça de baixo do biquini, era somente o short, a minha mão e aquela entrada quente e já úmida onde encaixei o dendo e comecei a movimentar para os lados e para cima e para baixo.

Enquanto masturbava ela, percebi que a safada apertava firme um dos seios, pegou a minha mão pela qual segurava ela pelos cabelos e levou até a boca, começando a chupar um dos meus dedos e gemer discretamente, enquanto movimentava aquele bumbum delicioso em cima do meu pau e com a mão livre que sobrou, apertava a minha mão e acompanhava o movimento dela naquela bocetinha deliciosa.
Repentinamente, como tomada por um instinto de perva, ela virou de frente, tirou a minha camisa e começou a descer beijando, mordendo e usando a língua habilidosamente indo do meu queixo a barriga ate o momento em que a safada encontrou o botão da minha bermuda, o qual arrancou com o dente e desceu com as mãos o zipper,  em seguida mordendo levemente o meu pau por cima da cueca, usando as mãos pelas laterais dela para afastar o suficiente para que o a “espada” pulasse de dentro da cueca e encontrasse aquela boca quente e molhada. Nuca tinha recebido um boquete tão maneiro, ela sabia equilibrar o movimento da cabeça com com a pressão que fazia na boca enquanto movimentava a língua e usava os dentes levemente na cabeça. Confesso que com um boquete desses quase gozo.



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Não aguentei e peguei ela pelo cabelo e fiz ela subir antes que a farrinha acabasse com um orgasmo ali, sem ter conseguido ao menos enfiar meu pau naquela bocetinha deliciosa. Ai então ela me olha e diz: “me come cachorro, mas aqui tá meio frio, bora pra perto da churrasqueira que lá está mais quentinho. Assim que chegamos perto da churrasqueira, aquelas feita de tijolos com chaminé e das grandes em um quiosque, com o pau latejando não contei conversa e fiz com que ela de costas pra mim apoiasse as mãos na parte frontal da churrasqueira e empinasse o bumbum, vergando as costas enquanto eu baixava lentamente o short dela, beijando e mordendo o pescoço, costas e até chegar ao bumbum, quando fiz ela abrir as pernas em posição de revista policial e enfiei a cara naquele traseiro incrível, brincando com a minha língua e barba naquela pepeca. Ela pareceu gostar bastante, entre reboladas, movimentos para cima e par abaixo, gemidos do tipo “ai caralho continua, tá muito gostoso vai”, repentinamente recebo a ordem: “tá bom não to aguentando mais, me fode logo, me come anda”.

Parceiro não contei conversa, corri pra minha bermuda onde tinha camisinhas, afinal um tigre sempre tem que estar pronto para devorar uma presa, e voltei na velocidade da luz pra continuar chupando enquanto colocava a camisinha. Com o pré bem feito, subi, segurei com uma mão aquela cintura em formato de violão, brinquei um pouco com meu pau na entradinha, bati ele no bumbum e comecei a penetrar de vagar, sem o menor esforço ela começou a ir em vir no meu pau deslizando de maneira suave. “Gosta de vagar é?”, perguntei. “Não, quero mais forte…” ela disse. Segurei com a outra mão forte pelo pescoço enquanto fazia ela rebolar e estocava meu pau nela vigorosamente. Ela era bem discreta pra gemer, mas percebia muito tesão enquanto ela vergava as costas pra passar as mãos e as unhas no meu peito. Comecei a foder ela com mais força e vontade, indo mais pra cima de modo que ela ficou se apoiando com uma mão nas churrasqueira e a outra segurando na parte de trás do meu pescoço, com a cabeça reclinada sobre o meu ombro, com as costas coladas em meu peito empinando a bunda enquanto eu continuava estocando o pau nela e com uma mão aproveitava pra masturbar e a outra agarrada naqueles seios firmes. Nossos corpos escorriam suor proporcionado pelo atrito frenético e o calor que vinha da churrasqueira, que ainda estava quente, com algumas poucas brasas. Passear as mãos naquele corpo branco como a neve mas quente como a brasa, suado, transpirando desejo estava me deixando louco, quando tive que declarar que “vou gozar”.

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Imediatamente ela me empurrou, me virou na direção da churrasqueira me encostando de costas nela a ponto de sentir o calor das brasas e sem nenhuma cerimônia caiu de boca no meu pau, chupando e gemendo. Entendi que ela queria que eu gozasse na boca dela. Chupando daquela maneira, com aquelas unhas apertando minha bunda não me contive e instintivamente a segurei pelo cabelo e comecei a movimentar a cabeça da ruiva, foi quando ela tirou as minhas mãos e percebi que ela gostava de comandar no boquete e não queria que eu interferisse.

Estava prestes a gozar quando de repente senti uns tapas na cara e me assustei. Não era mais noite e estava com muita sede e uma baita dor de cabeça. Era o JL dizendo que a galera já tinha vazado e faltava só eu, que eu tinha que acordar. Perguntei pela prima dele e ele disse que ela tinha ido embora cedo, ontem com o namorado que apareceu e reataram, um pouco depois que fiquei porre e manicando todas as meninas. Não lembrava de nada. Apenas sabia que tinha acordado de pau duro em um colchonete no chão.

Tudo não passou de um sonho de bêbado. Bem, naquele dia ela escapou mais uma vez de minha pica, mas certamente jamais escapará de minha punheta. Veja você como é a vida não é parceiro?

 

-FIM-

Acauã Pyatã
Na maior parte do tempo: publicitário e blogueiro, nas raras horas vagas um tremendo vadio de skate e desocupado no Insta. Insurgente, divergente e procrastinador. O tipinho de cara que escolheu morrer de pé ao ter que (sobre)viver de joelhos, alguém que escolheu ser a navalha ao invés da carne, um homem que absolutamente não é obrigado a nada, entendeu? N-A-D-A. Um maldito índio moderno em uma arcaica selva de pedra que um dia haverá de cair. Mas não agora, não mesmo. Fale com ele pelo e-mail: diego@derepente.blog.br