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Conto erótico por: Leila Alves.

Gabriela sempre foi uma mulher independente, segura e que sempre soube exatamente o que queria mas principalmente, e do tipo de mulher que gosta de se sentir no controle da situação. Depois de passar alguns anos fora de Belém, a primeira coisa que faz ao retornar e ir matar a saudade de Algodoal… ahh são tantas lembranças, suor e sussurros.

Gabriela era uma mulher madura, inteligente, com um corpo que exalava volúpia. Possui cabelos negros e longos, pele morena e olhos de uma cor que não se pode definir pois são levemente verdes com toques de âmbar.

Era noite e a lua estava cheia, com um brilho especial, daqueles que só se vê na Ilha do Amor. Gabriela saiu da pousada para caminhar na praia, usava um vestido leve, do tipo que “dança” ao sabor do vento. Ela se sentia livre e em paz. Estava tudo perfeito, mas o que Gabriela não imaginava era o quanto poderia melhorar. Já estava ficando tarde, era início da madrugada e ela resolve voltar para a pousada quando vê ao longe a figura de um homem que vem em sua direção. Ela estava só, era tarde e um frio lhe percorreu o corpo mas, apesar do medo, ela resolve continuar em seu caminho. Ao se aproximar daquele homem, ela percebe seu olhar penetrante e enigmático, Gabriela não consegue deixar de encara-lo, e uma atração inexplicável. Ela não conhecia aquele homem mas sentiu que precisa possui-lo. Ela se deixou levar por esta sensação e quando se deu conta já estava nos braços másculos daquele belo moreno.

Ela tinha muita fome e precisava ser plenamente saciada. Ela beijou profundamente os lábios daquele desconhecido, sentindo o seu gosto e o calor daquele corpo. Ele a segurou com força, as suas mãos acariciam seus seios e ela sentiu um calor entre as pernas. Ela ardia em tesão e se entregou totalmente. Suas mãos acariciavam aquele homem, nenhum detalhe era esquecido.

Eles deitaram na praia tendo apenas o mar e a lua por testemunho. Gabriela lambia cada ponto daquele corpo, sim ela gostava de sentir ele tremer com suas caricias. Sem que ele percebesse ela abrira o botão da bermuda e ele ardia com aquela língua quente, o seu pau latejava de desejo na boca daquela mulher e ela, sem nenhuma parcimônia o engoliu completamente deixando ele louco de tesão. Ela o chupava com vontade e prazer: sim ela gostava. Quanto mais ele gemia mais ela sugava e lambia aquele pau gostoso. Ela queria sentir tudo aquilo dentro dela, mas antes ela foi chupada, tão bem chupada como nunca em sua vida, se contorcendo e gemendo cada vez mais com aquela boca gostosa em sua buceta. Era tanto tesão que ela gozou, seu corpo tremia, mas ela queria mais, ela queria comandar. Ela gosta de ficar por cima e se sentir no controle.

Ela sentava e rebolava freneticamente naquele pau gostoso e tesudo, ela sentia sua buça latejando e ficava feliz com isso. Eles transaram como loucos naquela praia, como se não houvesse o amanhã. E ele a possuiu de todas as formas como ela desejava. Até que finalmente, os dois gozam plenamente um nos braços do outro. Corpos suados, cansados e devidamente saciados. Eles ainda permaneceram ali por um tempo, até perceberem que o dia já iria raiar. Eles se vestiram e partiram cada um em sua direção e sem nada a dizer.

Quem é ela? Ela é LEILA.

elva

Leila Alves e seu alter ego Gabriela. É através dele que ela realiza suas fantasias mais picantes.

Acauã Pyatã

Na maior parte do tempo: publicitário e blogueiro, nas raras horas vagas um tremendo vadio de skate e desocupado no Insta. Insurgente, divergente e procrastinador. O tipinho de cara que escolheu morrer de pé ao ter que (sobre)viver de joelhos, alguém que escolheu ser a navalha ao invés da carne, um homem que absolutamente não é obrigado a nada, entendeu? N-A-D-A. Um maldito índio moderno em uma arcaica selva de pedra que um dia haverá de cair. Mas não agora, não mesmo.

Fale com ele pelo e-mail: diego@derepente.blog.br