De Repente

Tacapando pimenta nos olhos de quem merece. Fazendo arder na pele de quem precisa.

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poesia

Balada da última despedida

O vento ressoa pela janela aberta, São onze horas da noite, Os sopros entram e invadem o apartamento, As cortinas dançam com as luzes da cidade, Que marcam o ritmo na parede. No andar de baixo pessoas apaixonadas, Ouvem aquela música repetidamente sempre… Continue Reading →

Velho Verso Colorido

Ele tinha os dentes amarelos, A vista já cansada e os dedos calejados, Uma xícara de café preto a cada uma hora, Dores no peito e e uma máquina de escrever. Faltava sono, Faltavam as pessoas, Faltava ânimo, Faltava amor,… Continue Reading →

O Moinho de Vento

Era apenas um velho moinho girando, Solitário ao sabor do vento, Resistiu a chuvas, a trovões, tempestades, Tremeu durante o grande terremoto, Ali sozinho quando ninguém viu. Terremoto, meteoro, águas que castigam, Ventos gélidos, saudade, escuro e solidão. Apenas a… Continue Reading →

Te tenho aqui em flash back

Mais uma vez estamos nesse quarto ao meio tom Que lembra um final de tarde marcado pela luz antiga A luz do poste entra pela janela Marcando o teu corpo atirado naquela parede Com os carros jogando efeitos e faixas… Continue Reading →

Simplesmente não sou obrigado a nada.

Eu não sou obrigado a nada, Não sou obrigado a namorar e me casar, A ter filhos e constituir família, Simplesmente por ser isso que a religião diz. Não sou obrigado a aceitar a religião. Não sou obrigado a nada,… Continue Reading →

Medo dos Teus Olhos

Tenho medo dos teus olhos De ao fitar neles me perder nesse mar castanho Tenho medo de relembrar de um segredo De coisas que escondi de mim mesmo. Evito olhar nos teus olhos castanhos, Por ter medo de que meus… Continue Reading →

Terreno baldio e tudo o que eu mais gosto em ti

Seco a vida me deixou tão seco Neste carnaval quem sabe e tal Entre o bem e o mal Me vi no sopro do vento Do Silêncio A casa vazia e panos úmidos A torneira pingando Pessoas no porta chamando… Continue Reading →

Pedro, o bêbado.

Uma rua e a lua No bar tem Pedro O primeiro copo Me traga logo Aqui tem gente Mas não foco a lente Pra quem sabe de repente Fugir com minha mente O segundo copo Bateu o remorso Daquilo que… Continue Reading →

A seta no alvo, mas o alvo na certa não te espera.

Apenas reflita rs.

Apenas reflita rs. Acauã PyatãNa maior parte do tempo: publicitário e blogueiro, nas raras horas vagas um tremendo vadio de skate e desocupado no Insta. Insurgente, divergente e procrastinador. O tipinho de cara que escolheu morrer de pé ao ter… Continue Reading →

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