De Repente

Tacapando pimenta nos olhos de quem merece. Fazendo arder na pele de quem precisa.

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O Moinho de Vento

Era apenas um velho moinho girando, Solitário ao sabor do vento, Resistiu a chuvas, a trovões, tempestades, Tremeu durante o grande terremoto, Ali sozinho quando ninguém viu. Terremoto, meteoro, águas que castigam, Ventos gélidos, saudade, escuro e solidão. Apenas a… Continue Reading →

A segunda efervescência

Já são litros de café preto desde então Linhas e linhas rabiscadas em papeis amassados Vários retalhos de devaneios espalhados pelo chão de areia Formando um mosaico confuso, sem sentido e efervescente. Tudo bem mais que isso, mas nunca sempre… Continue Reading →

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